CRIANÇAS NA TRILHA DOS POLINIZADORES

TRILHA.10

Os idealizadores do projeto,  Professor Michael e a Dra. Camila Maia explicam aos visitantes a importância da trilha dos polinizadores.

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CRIANÇAS NA TRILHA DOS POLINIZADORES

TRILHA.12

À sombra de um umbuzeiro houve uma parada para a gurizada saborear os frutos colhidos na hora.

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CRIANÇAS NA TRILHA DOS POLINIZADORES

TRILHA.11

Ao final da visita uma pausa para o lanche das crianças e a certeza de que jamais esquecerão aquela manhã onde receberam as primeiras lições sobre a  importância de preservação da natureza,  elas que são as responsáveis pelo nosso planeta nos dias de amanhã.

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CRIANÇAS NA TRILHA DOS POLINIZADORES

A cobertura da visita dos estudantes à Trilha dos Polinizadores foi dada pela Inter TV Cabugi, afiliada da Rede Globo de Televisão, tendo sido veiculada a matéria nas edições  do “Bom Dia RN” e “RN TV” 1ª Edição” de 25 de abril. – Mossoró (RN)., 29 de abril de 2014 – Paulo Menezes

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TRILHA DOS POLINIZADORES

POLINIZADORES 1Voltamos ao  Centro Tecnológico de Apicultura e Meliponicultura do Rio Grande do Norte – CETAPIS, para desta vez visitamos a “Trilha dos Polinizadores UFERSA”. A Trilha, é um bem elaborado projeto tendo como responsáveis a Prof. Dra. Vera Lúcia Imperatriz-Fonseca, Professora visitante nacional senior (CAPES) desde abril de 2010  na Universidade Federal Rural do Semiárido, UFERSA, em Mossoró, no Rio Grande do Norte. Tem experiência nas áreas de Ecologia e Zoologia, com ênfase nos seguintes temas: comportamento animal, conservação biológica, abelhas sem ferrão, meliponicultura, ecologia e biodiversidade. Orienta mestres, doutores e pós-doutores em Ecologia, Entomologia e Zoologia, o  Prof. Dr. Michael Hrmcir, Professor de Ecologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFERSA em Mossoró, com doutorado e pós-doutorado em fisiologia das abelhas, em Viena na Áustria, e pós-doutorado em ecologia sensorial de abelhas na USP e a  Prfa. Dra. Camila Maia da Silva com doutorado em Ecologia na USP e pós-doutorando em Entomologia na UFERSA .  O início da trilha é cercado de carnaubeiras, bromélias e cactos com placas indicativas que orientam a visitação monitorada por ecólogos e biólogos. Inaugurada em 2012 destina-se principalmente a preservação de uma área de 26 há de mata nativa da Caatinga e à educação ambiental. Desnecessário dizer a importância que é para nossas queridas abelhas jandaíras e outras espécies de abelhas sem ferrão.

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POLINIZADORES 9Percorremos a bela trilha na boa companhia dos Drs. Michael Hrncir e Camila Maia, nos explicando todos os detalhes do ecológico projeto.

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POLINIZADORES 10

 No passeio nos caminhos da caatinga, o Dr. Michael, o editor deste blog  e  Carlos Lira,  doutorando em ciência animal na UFERSA.

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As árvores que são selecionadas para estudos e pesquisa são identificadas com fitas coloridas.

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TRILHA DOS POLINIZADORES

As vinte e seis espécies constantes da trilha estão muito bem identificadas contribuindo sobremaneira para a educação ambiental.

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TRILHA DOS POLINIZADORES

POLINIZADORES 16

Um pau ferro copado é observado pelos pesquisadores. A seta indica uma caixa racional de abelha sem ferrão.

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Há algum tempo atrás a área foi devastada por um fogo. Na parte menos afetada existem muitas árvores frondosas. Na foto registramos uma aroeira em plena floração.

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TRILHA DOS POLINIZADORES

À sombra das árvores mais frondosas há toros fincados com abelhas sem ferrão servindo de matrizes para a propagação da espécie. No indicativo “A” está situada uma família da espécie Frisiomellita varia, popularmente conhecida como “moça branca”. No “B” uma Melipona subnitida, a famosa e querida jandaíra.

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TRILHA DOS POLINIZADORES

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No caminho de volta da trilha, identificamos o rasto de um veado campeiro o que denota a importância dessa área estudada e preservada.

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TRILHA DOS POLINIZADORES

POLINIZADORES 14

A biodiversidade está presente em toda a trilha dos polinizadores. No passeio ecológico na caatinga é comum a visita de jovens estudantes que têm uma importância vital na preservação do meio ambiente, responsáveis que são pelo futuro deste país. O indicativo “A” mostra um ninho muito bem elaborado por ave silvestre. O “B” uma Vespa scutellaris, popularmente conhecida como boca-torta. Mais uma vez tivemos uma manhã muita agradável no CETAPIS, principalmente nesta época em que o passeio no campo nos dá o prazer de sentirmos o cheiro da terra molhada pelas chuvas benfazejas. – Mossoró (RN)., 04 de abril de 2014 – Paulo Menezes

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MONSENHOR HUBERTO BRUENING – 100 ANOS

FOTO PE. HUBERTO.2jpg

Se vivo fosse, o Monsenhor Huberto Bruening estaria completando 100 anos no dia 30 de março do corrente ano. De ascendência alemã, natural de São Ludgero, Santa Catarina, foi pároco  na cidade de Mossoró durante 48 anos, onde honrou a Igreja durante todo esse tempo. Chegou ao chão de Santa Luzia no dia 26 de abril de 1936 trazido pelo bispo da diocese, D. Jaime de Barros Câmara para aqui fixar residência e adotar a cidade como sua segunda pátria. Foi Reitor do Seminário e Vigário Geral da Catedral de Santa Luzia. Lembro com saudades as missas dominicais onde o seu coral cheio de harmonia e encantamento nos levava a participar intensamente da celebração religiosa. A Diocese foi por ele muito divulgada, na cidade e no campo, através do seu programa na Rádio Rural intitulado “Mensagem de Fé”. A audiência era comprovada pelo grande número de cartas recebidas contendo ofertas em agradecimento por graças alcançadas. De personalidade forte, defendendo seus princípios, não admitia as mulheres em suas celebrações religiosas usarem roupas decotadas ou com mangas curtas. Também mandava voltar pessoas que chegavam atrasadas à missa, afirmando que ninguém chegava ao cinema fora de hora. Era por demais zeloso e exigente com relação aos preceitos religiosos. Conta-se, que certo dia, uma senhora altamente maquiada, lábios cobertos de batom vermelho, entrou na fila para receber a hóstia consagrada. Chegada a vez da carola glamourosa, o vigário saiu de lado e deu a hóstia a pessoa seguinte, e daí por diante. A mulher ficou no aguardo. Depois do último da fila, padre Huberto olhou para a senhora e aconselhou: “Vá para casa, passe água com sal nessa “ferida” e venha. A hóstia sagrada não entra em fornalha!”.  Recordo também aquela figura de quase dois metros de altura com uma lâmpada de gás sobre sua cabeça, iluminando as ruas por onde a procissão passava ao canto da música por ele composta: “O Santa Luzia pedi a Jesus, que sempre nos dê dos olhos a luz”.  Paralelamente ao trabalho desenvolvido na Diocese de Mossoró o Monsenhor Bruening foi o pioneiro na região no estudo e na preservação da abelha jandaíra.  Para o grande ambientalista Dr. Paulo Nogueira-Neto, – o Monsenhor Bruening é considerado “verdadeiramente, entre outras coisas,  o grande protetor da abelha JANDAÍRA. Impediu que ela estivesse hoje na lista das espécies ameaçadas de extinção”. Sobre ele, em sua posse na Academia Mossoroense de Letras, assim afirmou o Professor Vingt-Un Rosado: – “O padre Huberto é um dos melhores caracteres do Clero católico brasileiro. É um cientista sem MS nem PhD. Publicou pouco, deveria tê-lo feito muito mais, pela sua vasta cultura científica e geral. É um meliponicultor e irmão da abelha jandaíra. Eis Pe. Huberto Bruening, glória do Clero Brasileiro, um dos grandes do país de Mossoró, conselheiro de toda cidade, que veio nesta noite da AMOL, nos ensinar as coisas que ele sabe como ninguém, soldado de Deus, servo da bela ciência que cuida da abelhas”. Trocou correspondência com toda a comunidade científica sobre o comportamento das jandaíras nas diversas fases do seu ciclo de vida na Natureza e na meliponicultura, dentre eles o renomado geneticista Prof. Dr.  Warwik Estevam Kerr.               Com o Monsenhor Bruening dei os primeiros passos no mundo fascinante das abelhas. No distante ano de 1983, recebi de suas mãos o presente de uma colmeia de jandaíra bem como os primeiros ensinamentos que sua sabedoria transmitia com a experiência de 30 anos de estudo, pesquisa e observação sistemática da vida do mais útil dos insetos.Com ele portanto, com quem tive a felicidade de conviver uma quadra importante da minha vida,  aprendi o pouco que sei sobre o manejo da abelha jandaíra. Referência nacional em todos os Congressos de Meliponicultura através desse imenso país pelo sua importância na área, foi além de tudo um homem muito modesto, querido e de uma personalidade marcante. Dele guardo muitas recordações de um passado distante, de um convívio agradável. Quando íamos à Escola Superior de Agricultura de Mossoró (ESAM) alimentar artificialmente as jandaíras do meliponário doado por ele àquela instituição,  ao transpor várias lombadas ainda hoje existente na UFERSA, Monsenhor  Huberto costumava dizer  que os seres da terra geralmente fazem seus caminhos, suas trilhas,  para se orientar e facilitar seus deslocamentos. Assim, a formiga cortando roça segue sempre pela mesma rota em direção ao formigueiro. O cupim para o cupinzeiro. Da mesma maneira caminham os preás, os tatus,  os veados campeiros e  demais animais da nossa fauna,  à busca do alimento e do abrigo. Nossas abelhas após localizarem flores poliníferas e nectaríferas constroem verdadeiras trilhas comunicando às suas irmãs através de sons rápidos e intermitentes a direção  entre o ninho e a fonte de alimento. É assim o comportamento de  todas as espécies do planeta terra com uma única exceção. A exceção à regra, como não poderia deixar de ser, é feita pelo dito animal chamado racional. É o homem quem constrói as famosas lombadas nas ruas e estradas dificultando sua própria passagem por não ter  autocontrole de andar na velocidade permitida. Há na literatura nacional, quiçá, internacional, de sua autoria, o único livro escrito especificamente sobre a abelha jandaíra. Quando vários professores e amigos pediram insistentemente que ele escrevesse sobre sua experiência com o manejo da abelha, após declinar várias vezes por sua humildade franciscana, terminou cedendo quando afirmou: – “por vezes é mais mais fácil fazer uma coisa difícil do que explicar por que não se faz”.  Assim era o Monsenhor Huberto Bruening, a quem presto esta singela homenagem pela passagem do centenário de seu nascimento. – Mossoró (RN)., 30 de março de 2014 – Paulo Menezes

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REPORTAGEM NA TELEVISÃO.2

Dando continuidade a publicação de matérias veiculadas na televisão sobre nosso trabalho com a abelha jandaíra,  postamos outra reportagem apresentada por afiliada da Rede Globo de Televisão.

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O PODER DA NATUREZA

naturezaDando continuidade ao lindo poema do poeta repentista Ivanildo Vila Nova, publicamos mais 4 estrofes improvisadas sobre o tema “Como é grande o poder da natureza”:

Tartaruga gostosa, feia e mansa
Habitante dos rios e oceanos
Chegar aos quatrocentos anos
Para ela é rotina, é confiança
Guarda ovos na areia e nem se cansa
De por eles zelar como defesa
Nascidos os filhotes com presteza
Nas águas revoltas já se jogam
Por instinto da raça não se afogam
Como é grande o poder da natureza
 
O canário é pássaro cantor
Diferente de garça e pelicano
Papagaio, arara e tucano
Todos eles com majestosa cor
O gavião é um tipo caçador
E columbiforme é a amburguesa
O aquático flamingo é da represa
A águia rapace agigantada
Eis o mundo das aves, a passarada
Como é grande o poder da natureza
 
A gazela, o antílope e o impala
A zebra e o alce felizardo
Não habitam em comum como o leopardo
O leão e o tigre-de-bengala
O macaco faz tudo mas não fala
Por atraso da espécie, por franqueza
Tem o búfalo aspecto de grandeza
O boi manso e o puma tão valente
Cada um de um espécie diferente
Como é grande o poder da natureza
 
Acho também interessante
O réptil de aspecto esquisito
O pequeno tamanho do mosquito
A tromba pênsil do elefante
A saliva incolor do ruminante
A mosca nociva e indefesa
A cobra que ataca de surpresa
Aplicar o veneno é seu mister
De uma vez mata trinta se poder
Como é grande o poder da natureza
Mossoró(RN)., 28 de março de 2014 – Paulo Menezes 
 
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UMA VISITA AO CETAPIS

CETAPIS 1Neste dia nos deslocamos ao  Centro Tecnológico de Apicultura e Meliponicultura do Rio Grande do Norte – CETAPIS, localizado na zona rural de Mossoró. Lá tivemos um agradabilíssimo encontro com a  Professora  Dra. Vera Lúcia Imperatriz-Fonseca e o Dr. Airton Torres Carvalho. Dr. Airton é pós-doutorado no Departamento de Ciências Animais da UFERSA e a  Dra. Vera é  Professora visitante nacional senior (CAPES) desde abril de 2010  na Universidade Federal Rural do Semiárido, UFERSA, em Mossoró, no Rio Grande do Norte. Tem experiência nas áreas de Ecologia e Zoologia, com ênfase nos seguintes temas: comportamento animal, conservação biológica, abelhas sem ferrão, meliponicultura, ecologia e biodiversidade. Orienta mestres, doutores e pós-doutores em Ecologia, Entomologia e Zoologia. Nesse tempo, tem dado uma contribuição significativa à meliponicultura da região, onde através de seus trabalhos de pesquisa sistemática e eficiente transmite para todo o país a importância da cidade de Mossoró como referência nacional da abelha jandaíra.

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UMA VISITA AO CETAPIS

CETAPIS 8Há no CETAPIS, alojamento para professores e alunos bem como, sala para cursos de apicultura e meliponicultura onde são ministradas aulas com recursos audiovisuais.

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UMA VISITA AO CETAPIS

CETAPIS 6O laboratório possui vários equipamentos de ponta, onde são feitos os mais variados experimentos contribuindo enormemente para o progresso da apicultura e meliponicultura nacionais.

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UMA VISITA AO CETAPIS

CETAPIS 3

Na foto, equipamento eletrônico (RFID) que processa através de um sensor toda a movimentação de uma colônia. São colados em cada  abelha um ship onde cada uma tem o seu registro numérico. Assim o programa instalado no computador fornece através de gráficos a hora de entrada, de saída e consequentemente o tempo gasto no campo por cada forrageira.O equipamento pode fornecer também inúmeros dados necessários para trabalhos de pesquisa, como hora da colheita do néctar, da colheita de pólen e uma gama imensa de dados que serão muito úteis ao progresso da meliponicultura.

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UMA VISITA AO CETAPIS

CETAPIS 2As abelhas  prontas para serem marcadas com o ship colado ao seu corpo e registradas através de uma caneta eletrônica, onde recebe um número e fica devidamente cadastrada no sistema. A partir de então toda a sua vida passa a ser monitorada.

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UMA VISITA AO CETAPIS

CETAPIS 5Tubo ligado da caixa racional localizada na parte interna do laboratório para a parte externa por onde há toda a movimentação das abelhas.

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UMA VISITA AO CETAPIS

CETAPIS 7O leitor do equipamento eletrônico RFID é instalado na parte externa do laboratório, onde são registradas as entradas e saídas das abelhas. No indicativo “C” são registradas as entradas das abelhas; no “B” as saídas e no “A” é localizado o alvado, ou seja a entrada principal.

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UMA VISITA AO CETAPIS

CETAPIS 4Dra. Vera Imperatriz verificando o registro de entradas e saídas das jandaíras.

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