PROJETO MELHORAMENTO DE JANDAÍRA


Os favos de cria nascente eram retirados, as células contadas uma a uma  com extrema habilidade pelo biólogo holandês Dick Koedam, registrados pelo Cristiano Menezes e colocados novamente na caixa racional. Alguns favos  rompidos na operação  eram modelados com cerume para evitar o aparecimento do forídeo. Vemos acima dos favos uma rainha marcada para observação futura.

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PROJETO MELHORAMENTO DE JANDAÍRA

Seleção massal: foi feito o pareamento de 10 colônias para os experimentos. a) Foram formados os pares de colméias com 10 colônias muito fortes e 10 colônias médias; 10 colônias muito fortes e 10 colônias fracas, para o melhoramento selecionado. b) As colônias foram numeradas: 1a e 1b; 2a e 2b, e assim por diante; c) As rainhas das colônias fracas foram eliminadas (coletadas e fixadas em álcool); a rainha da colônia forte do par também foi coletada e transferida com cuidado para a colônia fraca; foi marcada para identificação a fim de verificar se foi aceita pela nova família.d) Na colônia forte, que ficou sem rainha, foram coletadas várias operárias diretamente dos favos  e guardadas em frascos com álcool, para análises genéticas posterior. Na foto vemos a rainha que foi retirada da colônia forte, marcada,  para ser introduzida na colônia fraca.


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PROJETO MELHORAMENTO DE JANDAÍRA

Na seleção das melhores colônias, eram considerados a quantidade de pólen, mel e todos os favos de crias nascentes eram  contados, feitas as devidas anotações e fotografados. As pesquisas tinham seu começo no início da manhã e se prolongavam até o por do sol. O almoço como se pode ver   acima, lado esquerdo, constava de uma deliciosa melancia. Saciávamos de uma só vez a fome e a sede para não perder tempo.

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PARA REFLETIR

“Somente depois da última árvore derrubada, depois do último animal extinto, e quando perceberem o último rio poluído, sem peixe, o Homem irá ver que dinheiro não se come.”

Provérbio Indígena

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O SERTÃO EM CARNE E ALMA – 2ª PARTE

Quando a chuva chega no  sertão,  sua paisagem é  modificada por um  período de  três meses em que o sofrimento do nordestino  dá lugar para momentos de felicidades.  A aridez da terra seca, a mata branca sem folhagem,   se transforma de repente como num passe de mágica  em  uma pintura verdejante enfeitada com  as mais belas flores de variadas cores.  É a época do estrondo dos trovões, dos raios  cortando o infinito,  das chuvas ferindo a  terra dura e transformando o que era desolação em esperança. É a chegada da quadra invernosa,   do surgimento da babugem,  do pio madrugador e  estridente do inhambu, do retorno das avoantes que aos bandos constroem seus imensos pombais,  da volta da asa branca, do canto alegre da passarada ao alvorecer.  É tempo de bonança, dos rios cheios  desaguando para os açudes que irão transbordar numa bela sangria cheia de curimatãs desafiando a correnteza para fazer a desova que traz a vida. É tempo também de enxameação das jandaíras,  de muitas operárias no campo colhendo néctar e polinizando  plantas, de alvoroço dos zangões fecundando rainhas virgens e garantindo a perpetuação da espécie.  Enfim é festa no campo onde  o pequeno agricultor aproveita o luar do sertão, para no pátio fazer a debulha de milho e de feijão, voltando  a sonhar com dias melhores. Tendo como tema a paisagem sertaneja apresentamos hoje mais 4 estrofes com versos improvisados pelo poeta Ivanildo Vila Nova em sua  bela  poesia  “O Sertão em Carne e Alma”. Mossoró(RN)., 09 de novembro de 2010 – Paulo Menezes

No sertão a tarefa é muito dura
Mas se tem a colheita, a criação
Ferramenta da roça, produção
Uma rede, um grajau de rapadura
Uma dez polegadas na cintura
A viola, o baú, uma cabaça
A tarrafa e o litro de cachaça
Mescla azul, botinão, chapéu baeta
Fumo grosso, espingarda de espoleta
E um cachorro mestiço bom de caça

A riqueza do pobre nunca passa
De um pote que mata sua sede
Uma enxada num canto de parede
Dois chapéus, um de palha, outro de massa
Um cambito tingido de fumaça
Uns dez filhos que tem sua aparência
Uma esposa que é mãe da paciência
Se chorar ou  sofrer não se maldiz
E ele às vezes é  muito mais feliz
Do que um rico ladrão de consciência

É preciso tem muita paciência
Guardar milho num quarto empaiolado
Sustentar criação com alastrado
Numa terra que tem pouca assistência
Trabalhar no serviço de emergência
Esperando o inverno que não vem
Insistir, crer em Deus e tratar bem
Manter sempre a família tão unida
Do chão seco arrancar o pão da vida
Sertanejo faz isso e mais ninguém

No sertão quando o inverno não vem
Só se encontra desolação e mágoa
No riacho não vê-se um pingo d’água
Sopra um vento assombroso do além
Seca o tronco robusto do muquém
Cai a folha mais grossa, murcha a fina
Toda árvore murchece, se inclina
No calor do sol quente verga as costas
Parecendo um fantasma de mãos postas
No altar de uma seca nordestina

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UMA CERCA COM VIDA

“Um exemplo a ser seguido”

Nos encontros, palestras, cursos, sobre técnicas de manejo da abelha jandaíra,  costumo transmitir aos participantes  a importância de plantar árvores que possam ser futuras habitações das abelhas. Entre as várias  espécies,  enfatizo sempre que a mais importante em nossa região é a  Imburana (Bursera leptopholeos), pois  plantada a estaca,  brota sem a necessidade de ser regada e  é a árvore  mais procurada pelas jandaíras para construir seus ninhos. Pois bem. Recentemente ao transitar por um bairro na cidade de Natal,  fiquei admirado ao me deparar com um terreno de mais ou menos uns 1.800 metros quadrados (30m x 60m), todo ele delimitado por uma cerca viva de Imburana. Já conhecia pelos sertões afora, cercas onde o arame é esticado usando-se  o mourão de imburana como arrimo e que no ano seguinte  é transformado  em árvore. Porém o que vi e registrei desta vez foram dezenas de estacas  juntas que plantadas no solo fecundo  fizeram renascer as plantas que certamente num futuro próximo darão abrigo a alguma espécie de abelha sem ferrão.  Imaginei então como seria importante se o exemplo fosse seguido pelo nosso povo, onde cada habitante do campo ou da cidade plantasse pelo menos uma Imburana em seu quintal e  os  governos municipais destinassem no programa de arborização das cidades um  percentual para o plantio com árvores de nossa mata nativa. Seria uma grande contribuição para a preservação das árvores e das abelhas, despertando com certeza uma maior conscientização em nosso povo no resguardo do meio ambiente. Fica a sugestão. Mossoró(RN., 09 de novembro de 2010 – Paulo Menezes


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O SERTÃO EM CARNE E ALMA

Ao lado direito vemos uma Imburana (Bursera leptophloeos) e ao esquerdo o Poeta Ivanildo Vila Nova. A Imburana,  uma das árvores símbolo da caatinga, ainda existente no sertão nordestino  é de grande importância para as abelhas jandaíra e demais espécies de abelhas nativas.  Pois no nosso sertão querido diferente das demais regiões do país onde as quatro estações do ano  tem  mês, dia e hora definidos, só há duas estações: o período chuvoso que chamamos de inverno e  que vai de março a maio, o que nem sempre ocorre, e  a época seca que denominamos de verão que se estende durante o restante do ano, onde o nosso solo de tão castigado pela  inclemência da seca mostra  rachaduras em sua superfície. E é nesse tempo de estiagem que a imburarna mostra seu real valor pois dá a casa e o alimento às abelhas, já que grande parte dos ninhos das jandaíras se encontram em seus ocos e para o seu sustento fornece o néctar e o pólen. Quanto ao poeta, na atualidade,  é  quem melhor retrata o  sertão  e o sertanejo em suas canções e seus versos de improviso. A poesia “O Sertão em Carne e Alma”  é uma prova do que afirmamos. Composta de 13 estrofes, das quais não é tarefa fácil dizer qual a mais bela e a que melhor reproduz a imagem do sertão amado  e a fibra  do bravo povo  nordestino. Hoje apresentamos abaixo as 4 primeiras estrofes do lindo poema:

Uma tarde de inverno no sertão
É um grande espetáculo pra quem passa
Serra envolta nos tufos de fumaça
Água forte rolando pelo chão
O estrondo da máquina do trovão
Entre as nuvens do céu arrocheado
O raio caindo assombra o gado
Atolado por entre as lamas pretas
Rosna o vento fazendo pirueta
Nas espigas de milho do roçado

No sertão quando o chão está molhado
Corre água nas veias de um regato
Pula a onça da furna corre o gato
Um cavalo galopa estrupiado
Um garrote atravessa o rio de nado
Uma cobra se  acoa com um cancão
A cantiga saudosa do carão
Faz lembrar o lugar que fui nascido
Entre as telas do filme colorido
Que Deus fez pra o cinema do sertão

Quando é festa animada de São João
Nunca falta canjica nem sequilo
Pamonha, mingau, bolo de milho
Buscapé, estrelinha e foguetão
Cantoria, namoro, discussão
Quebra pote, corrida de argolinha
Padrinho de fogueira e a madrinha
Casamento matuto, samba e jogo
E a caboca com o rosto cor de fogo
Tocaiando as panelas da cozinha

No sertão quando é bem demanhãnzinha
Sertanejo se acorda na palhoça
Chama o filho mais velho sai pra roça
A mulher toma conta da cozinha
Faz o fogo de lenha e encaminha
Um guisado, angu quente ou fava pura
E depois de fazer essa mistura
Sai faceira igualmente uma condessa
Com um quibumbo  de barro na cabeça
E vai levar aos heróis da agricultura

Mossoró(RN)., 26 de outubro de 2010
Paulo Menezes

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A PRIMEIRA COLHEITA DE MEL

A criação de abelhas sem ferrão é uma atividade por demais prazerosa. Serve de passatempo, lazer, higiene mental e até como dizia o Mons. Huberto Bruening, nos aproxima de Deus. Em nossa região se destaca das demais, a Jandaíra que como o nordestino é forte e resistente às intempéries. Ao visitar as flores para coletar o néctar que o transformará em mel,  as abelhas efetuam importante serviço de polinização resgatando a mata nativa e afastando  o fenômeno preocupante da desertificação. Historicamente o seu manejo é  transmitido de pai para filho, sendo que os netos geralmente são os que continuam a criação iniciada pelos avós. O Matheus fez  sua primeira colheita de mel aos 5 anos.  Hoje, aos 9 anos, quando vejo o mesmo falar com desenvoltura  em polinização, abelha rainha, operária, zangão, favos, mel, pólen e própolis desperta em mim a esperança de que um dia ele poderá confirmar a estatística. Mossoró(RN)., 22 de outubro de 2010 – Paulo Menezes



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CONGRESSO IBEROLATINOAMERICANO

A Doutora em Zootecnia Micheli, da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, recebeu  todos os expositores que participaram do X Congresso Iberolatinoamericano  em Natal com muita disponibilidade, eficiência e simpatia.

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CONGRESSO IBEROLATINOAMERICANO


Recentemente, de 11 a 14 de outubro, participamos no centro de convenções em Natal, do X Congresso Iberolatinomericano de Apicultura, onde ministramos Mini Curso de “Criação de Meliponíneos em Larga Escala”, bem como integramos mesa redonda no simpósio intitulado “Processamento e Comercialização de Mel de Meliponíneos”. Para nossa grata surpresa constatamos que as salas onde eram realizadas palestras sobre nossas abelhas sem ferrão, estavam sempre cheias  confirmando uma participação sempre crescente de meliponicultores nos Congressos de Apicultura e Meliponicultura.

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A MENOR DAS ABELHAS

Na foto vemos a entrada em catingueira da abelha da espécie Mosquito Remela, a menor das abelhas existentes na região de Mossoró, que de tão pequena muitas das vezes para o seu manejo usamos o recurso de uma lupa.

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TRANSFERÊNCIA DE ABELHA REMELA PARA CAIXA RACIONAL

Disposição dos favos de cria e dos potes de pólen e mel na minúscula caixa racional que abriga os Mosquitos Remela. A caixa tem as seguintes dimensões: 7,5 cm de comprimento, 3,00 cm de largura e 1,00 cm de altura.

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TRANSFERÊNCIA DE ABELHA REMELA PARA CAIXA RACIONAL

Operárias Mosquito Remela já introduzidas na caixa racional.

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TRANSFERÊNCIA DE ABELHA REMELA PARA CAIXA RACIONAL

Detalhe dos favos de cria nascente do Mosquito Remela, no momento em que eram transferidos para a caixa racional.

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TRANSFERÊNCIA DE ABELHA REMELA PARA A CAIXA RACIONAL

Favos de cria nascente do Mosquito Remela,  retirados da tora para serem colocados  na caixa racional.

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TRANSFERÊNCIA DE ABELHA REMELA PARA A CAIXA RACIONAL

Vemos acima, operárias Mosquito Remela no sugador de abelhas, minutos antes da transferência para a caixa racional.

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TRANSFERÊNCIA DE ABELHA REMELA PARA A CAIXA RACIONAL

No instante em que foi localizada sua majestade,  a rainha, foi momento de vibração pela equipe formada por Paulo Menezes, Ayrton  Vollet e o Cristiano Menezes. É que na realidade impressiona essa espécie de abelha pois tudo é pequeno demais: a rainha, as campeiras, os favos de cria, os potes de pólen e mel, tudo enfim é minúsculo e fascinante.

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TRANSFERÊNCIA DE ABELHA REMELA PARA CAIXA RACIONAL

TRANSFERÊNCIA DE ABELHA REMELA

Na foto vemos Paulo Menezes, abrindo toro de catingueira para transferência  da  família de abelha da espécie Mosquito Remela, para a caixa racional. A mudança contou com a ajuda muito importante dos doutorandos da USP de Ribeirão Preto-SP., Ayrton Vollet e Cristiano Menezes.

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REBOQUE PARA TREINAMENTO

REBOQUE PARA TREINAMENTOReboque usado na zona rural em treinamentos de meliponicultura. É muito útil pois evita a invasão da abelha africanizada já que existe na lateral telas de proteção. Na sua parte interior há uma mesa de trabalho bem como instalação elétrica para uso na coleta de mel pelo processo de sucção.

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CAPACITAÇÃO NA ZONA RURAL DE MOSSORÓ

PRÁTICAS DE MELIPONICULTURA NO CAMPO

Treinamento de práticas de manejo  da abelha jandaíra efetuado no campo em áreas de assentamento rural, na comunidade de  Nova Espinheirinho no município de Mossoró-RN.

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MANIFESTO DE MELIPONICULTORES

Durante o encerramento do 17º Congresso Brasileiro de Apicultura e 3º Congresso Brasileiro de Meliponicultura, em Belo Horizonte-MG,  foi lido e entregue ao Sr. José Gumercindo Correa da Cunha, por Paulo Menezes, um manifesto alusivo ao engajamento da CBA, no encaminhamento das questões pertinentes à criação das “Abelhas sem Ferrão”,   com várias reivindicações dentre as quais:  que seja tratado, junto ao Ministério do Meio Ambiente, a regulamentação em formato diferente do que é estabelecido para a criação de outros animais silvestres, considerando o seu histórico e utilização pelo homem e a sua importância em projetos de sustentabilidade nas diferentes regiões do país;  que seja tratado junto ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, protocolo para a elaboração das normas que contemplem a extração, caracterização e comercialização do mel das abelhas sem ferrão. O pleito é justificado pelo fato da normalização atual, de um modo geral, não contemplar todas as questões pertinentes à atividade e inviabilizar a regularização dos criatórios já existentes junto ao IBAMA. Além disso, a criação das abelhas sem ferrão não constitui crime ambiental em seu mérito, uma vez que citada atividade é exercida há séculos em todo o Brasil e vem contribuindo para a perpetuação e preservação das espécies de abelhas, plantas e outros animais associados às comunidades vegetais que se beneficiam da polinização. Referido manifesto recebeu assinatura, em adesão, de centenas de meliponicultores presentes ao evento.  Clicar em :Congresso BH

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AYRTON VOLLET REGISTROU A JANDAÍRA NA ALOYSIA VIRGATA

Faça como as abelhas, vá às flores, despreze os espinhos.

“COMO DISTINGUIREMOS O QUE É BOM NO PRAZER DO QUE É MAU ?IDE, POIS, A VOSSOS CAMPOS E POMARES, E, LÁ, APRENDEREIS QUE O PRAZER DA ABELHA É SUGAR O MEL DA FLOR, MAS QUE O PRAZER DA FLOR É ENTREGAR O MEL  À  ABELHA. POIS, PARA A ABELHA, UMA  FLOR É UMA FONTE DE VIDA. E PARA A FLOR, UMA ABELHA É UMA MENSAGEIRA DO AMOR. E PARA AMBAS, A ABELHA E A FLOR, DAR E RECEBER O PRAZER É UMA NECESSIDADE E UM ÊXTASE”.

GIBRAN KHALIL GIBRAN

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PREMIAÇÃO MPE BRASIL

Ao lado, vemos Paulo Menezes, por ocasião do recebimento do prêmio de reconhecimento nacional em Brasília-DF, concedido à empresa Mel Menezes por ter se destacado no MPE Brasil 2009 – Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas, da Rede de Cooperação Brasil, formada pelo MOVIMENTO BRASIL COMPETITIVO (MBC),  SEBRAE, GERDAU, FUNDAÇÃO NACIONAL DA QUALIDADE (FNQ) e PETROBRÁS.

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RECONHECIMENTO NACIONAL DO PRÊMIO MPE BRASIL

PREMIAÇÃO NACIONAL DO MPE BRASILAo lado, vemos Paulo Menezes recebendo da senadora Seres Slhessarenko o reconhecimento nacional à empresa Mel Menezes por ter se destacado no MPE Brasil 2009 – Prêmio de Competitiviade para Micro e Pequenas Empresas, em Brasília-DF no dia 23 de março de 2010.

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PROJETO PADRE HUBERTO – PRESERVAÇÃO DA ABELHA JANDAÍRA

Ao lado vemos Paulo Menezes ministrando treinamento para mulheres participantes do “Projeto Padre Huberto – Preservação da Abelha Jandaíra”. Aludido projeto consiste  no treinamento teórico e prático para capacitação do manejo  da abelha  Jandaíra. Direcionado  para mulheres de assentamentos rurais, tem como objetivo  a preservação da abelha Jandaíra, a manutenção do ecossistema através da polinização que as abelhas fazem à mata nativa e de levar para o campo uma atividade que é ambientalmente correta, socialmente justa e economicamente viável, já que agrega renda ao pequeno produtor rural, fixando-o no campo, evitando como conseqüência   o  êxodo rural. Até o momento foram capacitadas 250 mulheres pobres em 25 comunidades no município de Mossoró.

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