NO ÍNTIMO DAS ABELHAS

GLANDULA

As glândulas hipofaríngeas são exclusividade das abelhas operárias. Elas ficam localizadas uma de cada lado da faringe, e funcionam do quinto ao 12º dia de vida da abelha. A geleia  real processada alimenta todas as larvas: até três dias após a eclosão dos ovos de zangões e operárias, e durante toda a vida da rainha. A atividade e o tamanho das glândulas variam de acordo com a idade e função da operária na colmeia, mas costumam ser maiores quando a incumbência é alimentar as crias. Exatamente na extremidade do abdômen está situada a arma de defesa das abelhas: o temível ferrão. (atrofiado nas abelhas sem ferrão). Ele é composto de um estilete perfurante numa extremidade e de bulbos de veneno na outra. A parte pontiaguda é circundada por duas lancetas serrilhadas, que se movem alternadamente para frente e para trás. Só as fêmeas a possuem. Para a rainha, ele não passa de um instrumento de orientação, que localiza as células onde seus ovos devem ser depositados. Ela só o utiliza para a defesa quando a luta com uma oponente. Mas como ele é liso, logo volta a funcionar como oviduto após a ferroada. O mesmo não acontece com as operárias. O ferrão delas tem a forma de serrilha e fica preso ao penetrar em algo mais flexível – como a pele humana, por exemplo. A operária morre porque perde o ferrão e parte dos intestinos. Também no abdômen estão os órgãos sexuais femininos, que pouco se desenvolvem nas operárias. Já na rainha, há vagina, dois ovários com cerca de 200 ovaríolos e uma espermateca. Nos zangões, o órgão reprodutor é constituído por um par de testículos, duas glândulas de muco e pênis. –  Fonte Almanaque Rural – Mossoró(RN)., 16 de agosto de 2018 – Paulo Menezes
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