NO ÍNTIMO DAS ABELHAS

GLANDULA

As glândulas hipofaríngeas são exclusividade das abelhas operárias. Elas ficam localizadas uma de cada lado da faringe, e funcionam do quinto ao 12º dia de vida da abelha. A geleia  real processada alimenta todas as larvas: até três dias após a eclosão dos ovos de zangões e operárias, e durante toda a vida da rainha. A atividade e o tamanho das glândulas variam de acordo com a idade e função da operária na colmeia, mas costumam ser maiores quando a incumbência é alimentar as crias. Exatamente na extremidade do abdômen está situada a arma de defesa das abelhas: o temível ferrão. (atrofiado nas abelhas sem ferrão). Ele é composto de um estilete perfurante numa extremidade e de bulbos de veneno na outra. A parte pontiaguda é circundada por duas lancetas serrilhadas, que se movem alternadamente para frente e para trás. Só as fêmeas a possuem. Para a rainha, ele não passa de um instrumento de orientação, que localiza as células onde seus ovos devem ser depositados. Ela só o utiliza para a defesa quando a luta com uma oponente. Mas como ele é liso, logo volta a funcionar como oviduto após a ferroada. O mesmo não acontece com as operárias. O ferrão delas tem a forma de serrilha e fica preso ao penetrar em algo mais flexível – como a pele humana, por exemplo. A operária morre porque perde o ferrão e parte dos intestinos. Também no abdômen estão os órgãos sexuais femininos, que pouco se desenvolvem nas operárias. Já na rainha, há vagina, dois ovários com cerca de 200 ovaríolos e uma espermateca. Nos zangões, o órgão reprodutor é constituído por um par de testículos, duas glândulas de muco e pênis. –  Fonte Almanaque Rural – Mossoró(RN)., 16 de agosto de 2018 – Paulo Menezes
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AS BRASILEIRINHAS SEM FERRÃO

ABELHA JANDAÍRA

As colônias de abelhas sem ferrão quase sempre têm rainhas virgens disponíveis, o que permite uma longevidade ímpar, só comparável a algumas espécies de formigas. Grande parte das abelhas nativas é típica do nosso ecossistema. Elas são chamadas “sem ferrão” por possuírem um ferrão atrofiado que não serve para defesa e, têm tantos  nomes populares, que dá até para confundir. Os nomes variam de região para região e, as vezes, uma espécie pode receber  vários nomes num mesmo local. Mas a variedade não para por aí. A quantidade de tamanhos, formas e cores destas espécies também confundem bastante. Algumas chegam a medir mais de 5 cm e outras têm pouco mais de 2 mm e geralmente são confundidas com besouros e mosquitos. O mesmo acontece em relação às cores, as espécies com tons verdes, azuis e roxos metálicos muitas vezes passa por moscas varejeiras. Também existem abelhas mais ornamentadas, com listras e manchas pelo corpo, ou em cores lisas e brilhantes, com várias tonalidades de negro e amarelo. O comportamento dos meliponíneos também é diverso, vai do padrão seguido pela Apis até a reclusão absoluta, mas as diferenças mais visíveis estão nos hábitos de nidificação. A maioria estabelece colônias em ocos de árvores, com preferência em relação à altura ou à espécie de árvore. Enquanto outras preferem construir ninhos aéreos ou subterrâneos, quando não se apossam dos ninhos de outros insetos. A profundidade dos ninhos subterrâneos varia de acordo com a espécie, o tipo de terreno e o sistema ecológico da região, indo de 30 cm a 2 m. Os aéreos são fixados numa superfície resistente, ao ar livre, geralmente apoiados numa parede de proteção. O material básico de construção é o cerume, uma mistura de cera e própolis. A cera produzida é armazenada em pequenos depósitos, que ficam nos locais mais adequados do ninho. Ela é continuamente trabalhada pelas abelhas que misturam  à própolis para formar o cerume.  A própolis também é armazenada em potes e tem funções e propriedades iguais à própolis das Apisembora seja mais viscosa. Algumas espécies usam cera pura na construção do ninho, muitas usam barro e outras chegam a utilizar excrementos de mamíferos para revestimentos externos ou divisões internas. E ainda as mais requintadas, como a irapuá, que usa pedaços de flores e folhas, com especial predileção por brotos cítricos. A entrada dos ninhos é feita de barro puro, cerume ou geoprópolis (barro misturado com própolis) e pode ter o formato de tubo ou de cratera, da qual irradiam sulcos e cristais alternadas. No centro da abertura fica o orifício que dá passagem a uma abelha por vez. Há espécies que fecham o  ninho à noite, mas a maioria dos meliponíneos mantêm a entrada aberta. – Fonte: Almanaque Rural – Mossoró(RN)., 08 de agosto de 2018 – Paulo Menezes
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O MAIOR ESPECIALISTA DO MUNDO

DR KEER.2Warwick Estevam Keer, fez sua primeira descoberta aos oito anos de idade, durante uma “expedição científica” nas proximidades de sua casa. Andando pela mata, viu-se encurralado por uma nuvem de abelhas e ao invés de sentir medo, não pode conter o sorriso: elas não tinham ferrão. Deste episódio veio a vontade de conhecer as abelhas e ele aprendeu a lidar com as tiúbas, jataís, jandaíras e outras comuns na paulista Santana do Parnaíba, sua cidade natal. Mais tarde, ao ingressar na Escola Superior de Agricultura Luis de Queiroz (ESALQ), Keer já sabia que iria passar a maior parte do tempo em apiários, mais não imaginava que iria se tornar uma das autoridades mundiais em genética de abelhas, muito menos que seria o primeiro cientista brasileiro eleito na Academia de Ciências dos Estados Unidos. Warwick Keer também foi o primeiro diretor científico da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP) e  diretor do Instituto Nacional de Pesquisa da Amazônia (INPA). Seu vasto currículo inclui um trabalho até então inédito sobre a reprodução e a formação genética das abelhas. Ele determinou as castas do gênero Melipona e identificou a formação genética de suas células reprodutoras. Foram esse estudos que esclareceram a importância da rainha em uma colmeia. Em sua homenagem, existem no Brasil quatro espécies de abelhas kerri (de Keer), além da orquídea Cattleya kerri. Convidado para participar em Mossoró em julho de 2007 da inauguração do CETAPIS, (Centro Tecnológico de Apicultura e Meliponicultura de Mossoró), nos honrou com uma visita ao nosso meliponário, o que nos proporcionou uma manhã de rico aprendizado. Na foto o titular deste Blog e o Dr. Warwick Keer durante o XVII Congresso Brasileiro de Apicultura e o III de Meliponicultura realizado de 01 a 04 de junho de 2008 em Belo Horizonte(MG) – Mossoró (RN)., 07 de agosto de 2018 – Paulo Menezes
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UM ENCONTRO AGRADÁVEL

DR PAULO.3Por ocasião do XV Congresso Brasileiro de Apicultura e o 1º Congresso Brasileiro de Meliponicultura, realizado em Natal-RN, no período de 18 a 21 de maio de 2004,   tivemos o privilégio de ser um dos palestrantes do certame com o tema “A Meliponicultura do Rio Grande do Norte”. Na foto,  o titular do Blog na boa companhia do Dr. Paulo Nogueira Neto, um dos palestrantes do encontro, considerado o pai da meliponicultura brasileira. Na oportunidade o Dr. Paulo se deslocou de Natal até Mossoró-RN., onde passou toda a manhã no nosso meliponário, o que muito nos honrou pelo significado da visita tão ilustre. Foi um dia muito agradável, de conversa descontraída, de muitos conhecimentos recebidos do mestre, que recordo ainda com emoção, onde o professor relembrou visita que fez num passado distante ao Padre Huberto Bruening, que me iniciou na meliponicultura e foi pioneiro no estudo e preservação da abelha jandaíra na região. – Mossoró(RN)., 06 de agosto de 2018 – Paulo Menezes
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A BEBIDA DOS DEUSES E HERÓIS

lua-de-melMuito antes de existir o vinho, já existia o hidromel. um fermentado de mel e água aperfeiçoado no decorrer de muitos milênios por diversas e sucessivas civilizações. Ele já era conhecido pelos homens das cavernas, pelos hindus, persas, gregos, romanos e povos germânicos, eslavos e latinos. A mitologia grega conta que os deuses se alimentavam de néctar e ambrosia. O hidromel era o néctar e o pólen, a ambrosia. Eles compartilhavam sua bebida com os humanos nas visitas que faziam à terra e certamente o deus Dionísio fazia uso e abuso dela. O hidromel era oferecido aos jovens nubentes, pois se acreditava que a bebida tinha poderes afrodisíacos. Daí a expressão “lua-de-mel”. A mitologia germânica também aponta o hidromel como a bebida dos deuses e heróis. Mas esse néctar divino sofreu uma dura competição com o vinho nos países onde a uva podia ser cultivada, tornando-se praticamente esquecido ao longo da bacia do Mediterrâneo. Ele só continuou a ser consumido nas regiões mais frias do norte da Europa, onde não se pode cultivar a vinha. A partir do século XVI, com o advento da cana-de-açúcar no Novo Mundo, o mel passou a ser substituído pelo açúcar e houve um decréscimo da produção apícola em geral. O renascimento da apicultura mundial só aconteceu no século XX. – Fonte Almanaque Rural – Mossoró (RN)., 06 de agosto de 2018 – Paulo Menezes
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A GRANDE VITÓRIA

MPENo inesquecível dia 23 de março de 2010, com o patrocínio do MBC(MOVIMENTO BRASIL COMPETITIVO), SEBRAE, GERDAU, FNQ(EXCELÊNCIA EM GESTÃO) e PETROBRÁS, fomos à Brasília-DF, participar de uma confraternização com concorrentes ao prêmio MPE BRASIL DE COMPETITIVIDADE DE MICRO E PEQUENAS EMPRESAS. Participaram da disputa, pequenas e micro empresas de todo o país. Grande foi nossa emoção ao ver a marca “Mel Menezes” no telão do evento ser anunciada para receber o laurel tão sonhado por todos os competidores. – MossoróRN)., 05 de agosto de 2018 – Paulo Menezes

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UM ANO CONSAGRADOR

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O ano de 2009 foi para nossa micro empresa “Mel Menezes”, um período de grandes conquistas. Convidado pelo Sebrae Mossoró para participar do MPE BRASIL DE COMPETITIVIDADE na categoria de Agronegócio em nível estadual, aceitamos o desafio e emprestamos a marca “Mel Menezes” para o aludido certame. Para nossa agradável surpresa fomos vitoriosos entre diversas empresas competidoras, alcançando o honroso primeiro lugar em todo o Rio Grande do Norte. O contentamento foi ainda maior quando ouvimos de um dos componentes da comissão julgadora, de que um dos fatores de grande relevância para a consagradora avaliação, foi a parte de nosso trabalho dedicado à preservação da abelha Jandaíra. Com o coroamento de todo um trabalho dedicado, com muito amor, ao manejo da abelha sob comentário, fomos automaticamente selecionados para participar de idêntica competição em nível nacional. E mais uma vez fomos à luta. – Mossoró(RN)., 01 de agosto de 2018 – Paulo Menezes

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AS ABELHAS NO MUNDO – MAIS ANTIGAS QUE O HOMEM

PIRAMIDEAs abelhas já tinham pelo menos 50 milhões de anos quando os egípcios iniciaram a apicultura e elas não mudaram muito desde então. A abelha é uma antiga conhecida da humanidade. Os povos primitivos da África, Ásia e Europa utilizavam seus produtos como alimento e medida terapêutica. Há mais de dez mil obras escritas a este respeito, no entanto, a história evolutiva das abelhas ainda é difícil de determinar. O impasse está na escassez de registros fósseis. Há evidência que as plantas eram polinizadas por abelhas desde o período Terciário. Entre 25 a 40 milhões de anos já havia abelhas Plebeia sp e Proplebeia (Mirins), seus fósseis foram encontrados na atual República Dominicana, no Caribe, perfeitamente conservados em âmbar. Um fóssil de Trigona com 30 milhões de anos foi encontrado na Sicília, e há outros de diferentes regiões, datados de 40 milhões de anos. Essas relíquias indicam que no período Eoceno (tem início há aproximadamente 58 milhões de anos) que já havia abelhas especializadas em determinadas plantas e que a maioria dos grupos conhecidos hoje já existia. Por essa razão, alguns estudiosos acreditam que a origem das abelhas seja posterior ao surgimento do angiospermas, (grupo do reino vegetal que compreende todas as plantas floríferas que possuem ovários, portanto, frutos) que passaram a predominar no período Cretáceo, há cerca de 120 milhões de anos. E a descoberta de um fóssil de Meliponae  em New Jersey, América do Norte, reforçou essa teoria. O fóssil americano tem 80 milhões de anos, idade que corresponde à era Cretácea. O mais curioso é que as abelhas quase não sofreram mutações conforme o tempo. – Fonte Almanaque Rural – Mossoró (RN)., 31 de julho de 2018 – Paulo Menezes
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CURIOSIDADE

jandaíraVocê sabia que as etapas que levam à divisão da colônia são basicamente as mesmas entre todas as abelhas. Mas os meliponíneos mantêm um intercâmbio  de material de construção e de alimento com a colmeia-mãe até que a colmeia-filha tenha condições de ser independente, mais ou menos oito dias. Na foto, uma abelha jandaíra (Melipona subnitida), num toro de imburana. – Mossoró (RN)., 02 de abril de 2017 – Paulo Menezes
 
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UMA TRANSFERÊNCIA PRAZEROSA

TORO COM REMELAO manejo de Abelhas sem ferrão, sempre foi para mim muito prazeroso. Hoje fiz a transferência de um enxame da minúscula abelha “mosquito remela” ou “lambe olhos”, de um toro de catingueira para uma caixa racional. A atividade desenvolvida me proporcionou uma verdadeira terapia e como dizia o Padre Huberto Bruiening: “serviu de aprendizado, lazer, higiene mental e reconstituinte, passatempo, espanta tédio e sobretudo é o segredo de manter-me em contato com Deus”. Segue os passos percorridos até a consecução do objetivo.
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UMA TRANSFERÊNCIA PRAZEROSA

REMELA.1Na foto, o toro de catingueira que trabalhei. Seu diâmetro não ia além de 5 centímetros.
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REMELA.2Para a operação, utilizei uma pequena serra de disco.
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REMELA.3Após aberto, procurei localizar os favor de cria nascente para transferi-los para a caixa racional.
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REMELA.4Com auxílio de uma pinça e uma espátula, retirei com bastante cuidado os favos, posto que são bastante frágeis.
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REMELA.8A foto registra o toro aberto, onde se pode ver parte da postura, mel e pólen. A porte oca onde está instalada a família, não passa de um centímetro de diâmetro.
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REMELA.10Já devidamente acomodados na caixa racional, podemos ver os potes de pólen e mel.
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FAVOS DE CRIADo mesmo modo, na parte superior da caixa racional, foram colocados os favos de cria nascente.
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REMELA.12Para aspirar as minúsculas “remelas”, usei esse equipamento que se presta também para sopra-las para dentro da caixa racional. O aparelho sob comentário é usado para encher e esvaziar colchão de ar.
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REMELA.14A foto registra operárias no interior da mangueira acoplada ao equipamento sugador/soprador.
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UMA TRANSFERÊNCIA PRAZEROSA

REMELA.13Após serem aspiradas, as “remelas” são sopradas para o interior da caixa por um orifício abaixo do alvado, feito para esse fim específico.
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UMA TRANSFERÊNCIA PRAZEROSA

REMELA.18A rainha antes de ser introduzida na colmeia para dar sequência à perpetuação da espécie. Sempre a localizo nas proximidades da postura mais recente. (favos claros)
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UMA TRANSFERÊNCIA PRAZEROSA

REMELA.15Para a caixa racional, elaborei um alimentador interno para ser usado nas épocas das vacas magras, sem flor no campo. Fiz uma adaptação a partir de uma seringa usada para aplicação de insulina
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UMA TRANSFERÊNCIA PRAZEROSA

REMELA.16O alimentador interno visto no exterior da colmeia.
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UMA TRANSFERÊNCIA PRAZEROSA

REMELA.21

Finalmente, coloquei  a caixa racional com a família completa, favos de cria nascente, potes de pólen e mel, na mesma posição que estava o toro no meliponário. Assim, as operárias que estavam no campo, ao regressarem entram na casa nova dando continuidade à perpetuação da espécie de uma abelhinha linda e das menores do planeta terra.  Mossoró(RN)., 25 de março de 2017 – Paulo Menezes
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CURIOSIDADE SOBRE CERA DE ABELHA

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Você sabia que a cera de abelha  era conhecida desde a mais remota antiguidade ? Ela era usada, dentre outras inúmeras aplicações, como pagamento de tributos, taxas e multas. Em 181 D.C. a Córsega pagava a Roma o tributo anual de 38 toneladas de cera. (fonte Almanaque Rural Apicultura) – Mossoró (RN)., 21 de dezembro de 2016 – Paulo Menezes

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